Plano para o Aproveitamento do Mármore Bege Bahia será executado em seis meses.

O Termo de Referência do Plano Estratégico para o Aproveitamento do Mármore Bege Bahia está pronto para ser executado. Segundo o representante da Coordenação de Mineração da Secretaria da Indústria Comércio e Mineração (SICM), Adalberto de Figueirêdo Ribeiro, o termo já foi discutido e aprovado por várias instituições ligadas a produção do mármore como Simagran, CBPM , DNPM, SENAI e o SEBRAE/Ba. "A Secretária da Indústria, Comércio e Mineração tem todas expectativas de que a realização deste projeto irá prover o Estado, os mineradores e a Indústria de beneficiamento do primeiro documento completo sobre a produção, beneficiamento e comercialização do mármore Bege Bahia, constituindo-se, portanto, em um elemento norteador das ações públicas e da iniciativa privada", avalia Ribeiro. O projeto foi orçado em R$150 mil e será colocado em prática em seis meses.

Os municípios de Ourolândia, o maior produtor, e Jacobina e Juazeiro, maiores beneficiadores da região, foram escolhidos por concentrar grande parcela da atividade econômica em torno do "mármore Bege Bahia". O Plano tem como objetivo realizar um amplo diagnóstico da situação atual deste segmento, identificando os pontos fortes e os pontos fracos bem como, as ameaças e as oportunidades de maximização do aproveitamento econômico do "mármore Bege Bahia"; É meta regionalizar, hierarquizar e responsabilizar providências, visando o desenvolvimento econômico sustentado do segmento; além de dimensionar as ações e os investimentos institucionais necessários ao desenvolvimento do setor. "Vamos também estabelecer um banco de dados informatizado e georeferenciado; apontando e sugerindo medidas atenuantes dos conflitos ou problemas sociais, trabalhistas, tributários, financeiros, ambientais, gerenciais e de capitalização necessários à modernização do segmento do "mármore Bege Bahia", destaca o coordenador.

A expectativa é de que o estudo ofereça resultados em médio prazo, na medida em que as ações sejam implementadas pelos agentes públicos e privados envolvidos no setor, principalmente com a institucionalização do Pólo Industrial do Mármore Bege Bahia.. "As comunidades também poderão ser amplamente beneficiada a partir da instalação de novas unidades produtivas que, além dos empregos devem gerar
impostos, e ainda podem ajudar no fortalecimento do artesanato de pedra", aponta.

 

 
 

N O T Í C I A S ::

 

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